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Usina para transformar gás em energia pode vir para Baixada Santista

11/05/2015 Cana-de-Açúcar POR: A Tribuna
A Baixada Santista tem grandes chances de receber uma usina para transformar gás natural em energia elétrica, o que pode gerar novos postos de trabalho locais e até mesmo alternativas para o Porto de Santos e indústrias do polo industrial de Cubatão. A garantia é do vice-governador Márcio França (PSB).
Seria a segunda usina termelétrica desse tipo na região. A primeira é a Euzébio Rocha, em Cubatão, cuja capacidade instalada é de 216 MW, o suficiente para abastecer um município de 800 mil habitantes.
 
Conforme França, esse novo horizonte relacionado à Baixada Santista está diretamente relacionado a um investimento estimado em R$ 10 bilhões de um grupo de empresas para a criação de um novo gasoduto, que transportará o gás oriundo do pré-sal da Bacia de Santos até São Paulo.
 
Atualmente, tornou-se mais vantajoso para algumas empresas importar o gás natural da Bolívia – embora o valor seja considerado elevado – para transformá-lo em energia do que comprar aquela gerada pelas hidrelétricas e usinas termelétricas do País, devido à elevação dos preços no Brasil nos últimos meses.
 
Na última sexta-feira, o governador em exercício foi recebido na diretoria de A Tribuna pelo diretor-presidente Marcos Clemente Santini.
Na ocasião, França explicou que os preços do gás natural oriundo da Bolívia deverão subir a partir de 2018, quando termina o contrato firmado entre os dois países.
É provável que essa nova iniciativa seja uma alternativa para tirar indústrias e consumidores brasileiros da dependência das importações.
 
Atualmente, elas representam 51% da oferta total de gás natural no País, sendo a Bolívia responsável por 32% desse montante.
 
“O nosso mercado já percebeu as vantagens de mudar a matriz de energia elétrica para o gás. Por isso, ele terá uma presença maior no cenário nacional”, destaca França, que também é secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico,Ciência e Tecnologia.
 
Caso o projeto do gasoduto saia do papel, será possível ampliar o número de edifícios e de empreendimentos comerciais nas grandes cidades como clientes no uso de gás natural para a geração elétrica, como já ocorre na Capital.
 
Novos negócios
De janeiro a maio deste ano, 21 empresas, como Sky, Honda, Hyundai e Mercedes Benz, foram instaladas ou inauguradas no interior paulista, somando um investimento superior a R$ 7 bilhões e a criação de mais de 5 mil postos de trabalho.
 
“Mesmo em um momento de crise, São Paulo é uma exceção honrosa. Existe uma conjunção de fatores para atrair essas companhias, como a estabilidade institucional e o empenho do governador Alckmin, que supera os desafios com equilíbrio e disciplina”, frisou. Márcio França aposta na escassez de áreas como o fator complicador para a vinda de grandes empresas para a Baixada Santista. Os terrenos no interior são muito mais baratos.
 
Além disso, muitos investidores consideram que as cidades locais se dediquem apenas às atividades portuárias e turísticas. “A Baixada Santista acabou sendo diretamente prejudicada com o novo marco regulatório dos Portos (Lei Federal no 12.815/2013). Quem está por aqui, assim como aquele que está de fora, não quer investir por medo”.
A Baixada Santista tem grandes chances de receber uma usina para transformar gás natural em energia elétrica, o que pode gerar novos postos de trabalho locais e até mesmo alternativas para o Porto de Santos e indústrias do polo industrial de Cubatão. A garantia é do vice-governador Márcio França (PSB).

 
Seria a segunda usina termelétrica desse tipo na região. A primeira é a Euzébio Rocha, em Cubatão, cuja capacidade instalada é de 216 MW, o suficiente para abastecer um município de 800 mil habitantes.
 
Conforme França, esse novo horizonte relacionado à Baixada Santista está diretamente relacionado a um investimento estimado em R$ 10 bilhões de um grupo de empresas para a criação de um novo gasoduto, que transportará o gás oriundo do pré-sal da Bacia de Santos até São Paulo.
 
Atualmente, tornou-se mais vantajoso para algumas empresas importar o gás natural da Bolívia – embora o valor seja considerado elevado – para transformá-lo em energia do que comprar aquela gerada pelas hidrelétricas e usinas termelétricas do País, devido à elevação dos preços no Brasil nos últimos meses.
 
Na última sexta-feira, o governador em exercício foi recebido na diretoria de A Tribuna pelo diretor-presidente Marcos Clemente Santini.

 
Na ocasião, França explicou que os preços do gás natural oriundo da Bolívia deverão subir a partir de 2018, quando termina o contrato firmado entre os dois países.

 
É provável que essa nova iniciativa seja uma alternativa para tirar indústrias e consumidores brasileiros da dependência das importações.
 
Atualmente, elas representam 51% da oferta total de gás natural no País, sendo a Bolívia responsável por 32% desse montante.
 
“O nosso mercado já percebeu as vantagens de mudar a matriz de energia elétrica para o gás. Por isso, ele terá uma presença maior no cenário nacional”, destaca França, que também é secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico,Ciência e Tecnologia.
 
Caso o projeto do gasoduto saia do papel, será possível ampliar o número de edifícios e de empreendimentos comerciais nas grandes cidades como clientes no uso de gás natural para a geração elétrica, como já ocorre na Capital.
 
Novos negócios
De janeiro a maio deste ano, 21 empresas, como Sky, Honda, Hyundai e Mercedes Benz, foram instaladas ou inauguradas no interior paulista, somando um investimento superior a R$ 7 bilhões e a criação de mais de 5 mil postos de trabalho.
 
“Mesmo em um momento de crise, São Paulo é uma exceção honrosa. Existe uma conjunção de fatores para atrair essas companhias, como a estabilidade institucional e o empenho do governador Alckmin, que supera os desafios com equilíbrio e disciplina”, frisou. Márcio França aposta na escassez de áreas como o fator complicador para a vinda de grandes empresas para a Baixada Santista. Os terrenos no interior são muito mais baratos.
 
Além disso, muitos investidores consideram que as cidades locais se dediquem apenas às atividades portuárias e turísticas. “A Baixada Santista acabou sendo diretamente prejudicada com o novo marco regulatório dos Portos (Lei Federal no 12.815/2013). Quem está por aqui, assim como aquele que está de fora, não quer investir por medo”.