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Usinas do Brasil travam 55% da exportação de açúcar de 2016/17

04/12/2015 Cana-de-Açúcar POR: Valor Econômico
A consultoria Archer Consulting informou que o volume de açúcar da safra 2016/17 do Brasil, que começa em abril do ano que vem, com preços já fixados em bolsa deve estar na casa dos 13,174 milhões de toneladas, o equivalente a 55,75% da exportação esperada para o novo ciclo (25,12 milhões de toneladas).
 
Conforme a Archer, o volume é o maior da história e foi potencializado pela combinação entre a valorização do dólar e pela alta das cotações da commodity na bolsa de Nova York.
A Archer estimou que os preços médios dessa venda antecipada da commodity estejam em 13,57 centavos de dólar por libra-peso. Considerando o hedge de dólar médio obtido pelas usinas de R$ 3,7639, o preço médio em reais da tonelada foi calculado pela consultoria em R$ 1.172 por tonelada (posto no porto).
Conforme a Archer, o modelo estima uma margem de erro de 3,74% do preço encontrado para mais ou para menos. Comparativamente às últimas quatro safras, o percentual acumulado de fixação de 55,75% para a 2016/17 é o mais alto já visto. O ano passado, por exemplo, o acumulado nesse mesmo período era de apenas 23,23%.
“A desvalorização do real em relação ao dólar e o descolamento do mercado de açúcar em Nova York do câmbio incentivou as usinas a travarem seus preços em reais que também atingem recorde”, afirmou a Archer em relatório. 
A consultoria Archer Consulting informou que o volume de açúcar da safra 2016/17 do Brasil, que começa em abril do ano que vem, com preços já fixados em bolsa deve estar na casa dos 13,174 milhões de toneladas, o equivalente a 55,75% da exportação esperada para o novo ciclo (25,12 milhões de toneladas).
 
Conforme a Archer, o volume é o maior da história e foi potencializado pela combinação entre a valorização do dólar e pela alta das cotações da commodity na bolsa de Nova York.

A Archer estimou que os preços médios dessa venda antecipada da commodity estejam em 13,57 centavos de dólar por libra-peso. Considerando o hedge de dólar médio obtido pelas usinas de R$ 3,7639, o preço médio em reais da tonelada foi calculado pela consultoria em R$ 1.172 por tonelada (posto no porto).
Conforme a Archer, o modelo estima uma margem de erro de 3,74% do preço encontrado para mais ou para menos. Comparativamente às últimas quatro safras, o percentual acumulado de fixação de 55,75% para a 2016/17 é o mais alto já visto. O ano passado, por exemplo, o acumulado nesse mesmo período era de apenas 23,23%.
“A desvalorização do real em relação ao dólar e o descolamento do mercado de açúcar em Nova York do câmbio incentivou as usinas a travarem seus preços em reais que também atingem recorde”, afirmou a Archer em relatório.