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Usineiros esperam que recuperação da gasolina estimule consumo de etanol

22/10/2014 Cana-de-Açúcar POR: Canal Rural
Nas últimas seis safras o setor sucroenergético perdeu 51 usinas e a capacidade de moagem foi reduzida em 48 milhões de toneladas. Hoje, o setor segue em crise com preços baixos de açúcar e etanol, mas com perspectiva para que em 2015 a gasolina recupere o valor de mercado e estimule o consumo do biocombustível.
O foco das usinas na produção de etanol tem dois principais motivos: primeiro, o valor doaçúcar no mercado internacional que está em queda. Usineiros esperavam pelo menos US$ 00,18 pelo quilo, mas a cotação está ao redor dos US$ 00,13. O segundo motivo é a aposta na recuperação dos preços da gasolina que pode estimular o consumo do etanol.
Em Goiás, ao contrário da safra passada, uma usina está produzindo na safra atual 55% de etanol e 45% de açúcar.
- A gente esperava que a mudança do mix de produtos e a redução dos preços refletissem na bomba e, automaticamente, o volume viesse em maior escala também. Essa expectativa não foi correspondida por enquanto. Consumo maior, mas não depende do mercado, mas sim de políticas governamentais que ultimamente não vem colaborando com o setor - diz o gerente comercial da usina, Lucas Galdioli.
O gerente comercial explica que o setor está enfrentando a crise com foco em uma grande retomada do mercado, falta resgatar a confiança nos fundamentos básicos no conceito de livre comércio.
- Não adianta o setor estar reduzindo o preço do etanol na bomba se a gasolina está acompanhando. Isso vai ser uma queda de braço eterna e a gente não vai sentir efeitos dessas mudanças - reforça.
Etanol e gasolina são considerados substitutos próximos, por isso devem estar alinhados na mesma política. O economista Raul Velloso explica que a regra básica é seguir a tendência internacional. Para isso o governo tem que retirar os subsídios considerados pelo economista como equivocados.
- É preciso retirar esta intervenção equivocada do governo, que muitas vezes age assim no sentido populista, para agradar uns a custa de outros. O governo precisa se retirar desta intervenção equivocada para as coisas voltarem ao que seria normal - salienta.
Nas últimas seis safras o setor sucroenergético perdeu 51 usinas e a capacidade de moagem foi reduzida em 48 milhões de toneladas. Hoje, o setor segue em crise com preços baixos de açúcar e etanol, mas com perspectiva para que em 2015 a gasolina recupere o valor de mercado e estimule o consumo do biocombustível.
O foco das usinas na produção de etanol tem dois principais motivos: primeiro, o valor doaçúcar no mercado internacional que está em queda. Usineiros esperavam pelo menos US$ 00,18 pelo quilo, mas a cotação está ao redor dos US$ 00,13. O segundo motivo é a aposta na recuperação dos preços da gasolina que pode estimular o consumo do etanol.
Em Goiás, ao contrário da safra passada, uma usina está produzindo na safra atual 55% de etanol e 45% de açúcar.
- A gente esperava que a mudança do mix de produtos e a redução dos preços refletissem na bomba e, automaticamente, o volume viesse em maior escala também. Essa expectativa não foi correspondida por enquanto. Consumo maior, mas não depende do mercado, mas sim de políticas governamentais que ultimamente não vem colaborando com o setor - diz o gerente comercial da usina, Lucas Galdioli.
O gerente comercial explica que o setor está enfrentando a crise com foco em uma grande retomada do mercado, falta resgatar a confiança nos fundamentos básicos no conceito de livre comércio.
- Não adianta o setor estar reduzindo o preço do etanol na bomba se a gasolina está acompanhando. Isso vai ser uma queda de braço eterna e a gente não vai sentir efeitos dessas mudanças - reforça.
Etanol e gasolina são considerados substitutos próximos, por isso devem estar alinhados na mesma política. O economista Raul Velloso explica que a regra básica é seguir a tendência internacional. Para isso o governo tem que retirar os subsídios considerados pelo economista como equivocados.
- É preciso retirar esta intervenção equivocada do governo, que muitas vezes age assim no sentido populista, para agradar uns a custa de outros. O governo precisa se retirar desta intervenção equivocada para as coisas voltarem ao que seria normal - salienta.